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“Só queremos o corpo para enterrar”, diz familiares do suspeito de abuso sexual em SGS

A família de Moisés Nicolau, suspeito de ter abusado sexualmente da enteada na última semana em São Gonçalo do Sapucaí, disse que quer apenas o corpo para sepultá-lo. Segundo moradores do bairro São José, o jovem de 22 anos foi executado. Ele está desaparecido desde terça-feira (7), segundo familiares.

De acordo com a Polícia Militar, um boletim de ocorrência de abuso sexual foi registrado a pedido do Conselho Tutelar na terça-feira (7) e do desaparecimento do rapaz foi registrado na quinta-feira (9) pela família. Ainda segundo a PM, foi feito uma denúncia indicando onde estaria o corpo, porém nada foi confirmado até o momento.

“A gente quer saber do corpo. Se houve mesmo a morte, a gente quer o corpo e ter o direito de enterrar ele”, disse uma prima do suspeito.

Segundo a família, Moisés é inocente e não acredita que ele tenha sido morto pelo crime de abuso. “Só Deus sabe o que aconteceu pra isso. Mas pelo estupro não foi. Estamos esperando o exame que foi feito. Estamos esperando pelo laudo para provar que ele é inocente”.

Ainda segundo a família, uma pessoa disse que o viu violentando a menina e saiu gritando. “Nem banho na menina ele dava. Disseram que ele estava trocando a menina e uma pessoa chegou viu e saiu gritando que ele tinha estuprado ela. Cadê a roupa que a menina estava suja de sangue. Se ele fez, tem que ter algum vestígio não é?”, questiona.

Confira a reportagem

Entenda o caso

Na manhã desta quarta-feira (8) nossa redação recebeu uma ligação telefônica avisando que um homem, de 22 anos, teria sido torturado até a morte na madrugada de terça-feira(7) no bairro São José II, em São Gonçalo do Sapucaí, acusado de abusar sexualmente, da enteada de 4 anos de idade.

Um morador que preferiu não se identificar, contou a nossa reportagem que o caso só foi descoberto, porque a menina reclamou de dores nas partes íntimas quando brincava com outras crianças. “Chamaram ela pra sentar para brincar e ela disse que não poderia porque estava doendo. Foi quando ela contou o que aconteceu. Foi uma monstruosidade o que ele fez. Ela é um bebê! Um bebê! E ainda ameaçou de matar ela e a mãe caso a menina falasse alguma coisa”, relata.

O morador disse ainda, que o suspeito foi abordado por vários indivíduos na porta de sua residência e levado para um matagal. “Estão dizendo que cortaram as mãos e torturaram bastante e depois mataram”, contou.

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