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Sem respiradores chineses, Brasil aposta em parceria com empresas nacionais

Após ser cancelada a compra de respiradores na China, governo aposta em parceria com empresas nacionais para produzir equipamentos. O Ministério da Saúde aposta em uma parceria com mais de 15 instituições para adquirir novos respiradores pulmonares para o Sistema Único de Saúde, uma vez que a compra de 15 mil equipamentos da China foi cancelada. O fornecedor chinês não entregou os aparelhos solicitados pelo Brasil.
Há uma escassez de insumos e equipamentos para o combate e tratamento da Covid-19 em todo o mundo por causa da alta demanda provocada pela pandemia. Dos 15 mil respiradores planejados para serem adquiridos pelo Ministério da Saúde, só 272 aparelhos foram entregues até agora. Os ventiladores pulmonares ajudam os pacientes que não conseguem respirar sozinhos e são indicados para os casos graves do novo coronavírus.

 

Atualmente, o país tem 65 mil respiradores, sendo que 46 mil no Sistema Único de Saúde. Com o cancelamento da compra dos 15 mil equipamentos da China, o Ministério da Saúde espera conseguir 14,1 mil aparelhos a partir de contratos assinados com quatro empresas brasileiras e com mais de 15 instituições envolvidas, entre fabricantes, instituições financeiras e empresas de alta tecnologia.

A estimativa do governo é que as peças sejam entregues ao longo dos próximos três meses. Segundo o ministro da Saúde, Nelson Teich, os respiradores serão distribuídos de acordo com as necessidades de cada estado e com a capacidade de expandir o atendimento, já que os respiradores demandam profissionais qualificados e capacidade de instalação para funcionarem.

Fonte
EBC
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