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Produtor rural aprendeu a arte da Cutelaria pesquisando na internet

"Meu projeto é viver da cutelaria, me aprofundar mais e produzir laminas a partir de aço damasco", diz João Paulo

Nos filmes de guerra contemporâneas, eles são essenciais na fabricação das espadas, armaduras e armas artesanais: eles são os cuteleiros.

Uma arte que vem a milênios moldando e transformando o aço, pelo fogo, água, bigorna e martelo. E foi na zona rural de Poço Fundo, no Sul de Minas, que o Brasil Metrópole encontrou João Paulo Ávila, o mais recente cuteleiro na região.

João Paulo é um jovem produtor rural e tem transformado feixe de mola de caminhão e rolamentos de trator, em facas e facões artesanais.

Autodidata, João Paulo aperfeiçoou a arte da cutelaria pesquisando na internet e lendo livros nas horas vagas e fins de semana, pois o seu sustento vem das lavouras de café em que trabalha.

Ele se considera um apaixonado por lâminas e desde que começou a conhecer os níveis técnicos e as performances, fica maravilhado, mediante cada peça fabricada por meio de sua dedicação especial. “Meu projeto é viver da cutelaria, me aprofundar mais e produzir laminas a partir de aço damasco”, diz o cuteleiro.

As lâminas produzidas pelo jovem cuteleiro são confeccionadas em um pequeno espaço nos fundos de sua casa, e é de lá que as peças percorrem quilômetros até aos amantes dessa arte milenar. Ele conta que já recebeu encomenda até do Estado do Mato Grosso.

As lâminas produzidas por ele, são ideais para as tarefas no campo, caça, churrascos e para colecionadores que apreciam a arte da cutelaria. Segundo João Paulo as facas para churrascos são as mais procuradas.

 

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