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Mudanças na reforma da Previdência podem dificultar a vida de funcionários públicos

 

Informações divulgadas pelo secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, começam a indicar como será a proposta de reforma da Previdência a ser enviada ao Congresso. Segundo Marinho, além de decidir a idade mínima para a aposentadoria, o governo pretende também aumentar a alíquota de contribuição paga por servidores públicos. A ideia é passar de 11% da renda bruta obtida para 14%. As informações são do site Congresso em Foco.

De acordo com a publicação, o dinheiro obtido com a elevação dessa taxa deverá ser repassado aos estados brasileiros, que têm enfrentado, nos últimos anos, problemas para manter seus gastos e receitas equilibrados.

Na última quinta-feira, 14, o presidente Jair Bolsonaro bateu o martelo e determinou quais serão as idades mínimas para a aposentadoria. Os homens devem ter pelo menos 65 anos e as mulheres devem ter, no mínimo, 62 anos.

Funcionários públicos

Um integrante da equipe econômica de Bolsonaro indicou que os servidores públicos também terão de cumprir as mesmas idades mínimas previstas no projeto. Atualmente, os servidores podem se aposentar com 60 anos, no caso dos homens, e 55 anos, no caso das mulheres.

A transição não será imediata. Ela passa a valer a partir de 2022, no último ano de mandato de Bolsonaro, e deve se encerrar em até 15 anos com ambas as idades definidas em 65 anos.

Militares

A equipe teria decidido elevar o tempo mínimo de contribuição dos militares, passando de 30 para 35 anos, e estaria cogitando ainda definir uma idade mínima para que os militares possam solicitar o benefício.

Com informações da FolhaPress

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