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Ministro da Educação prevê aulas remotas e mudanças em calendários de universidades

Nesse sentido, universidades, faculdades e institutos deverão adaptar seus calendários para um cenário de contingência, por exemplo, suspendendo simpósios e adiantando férias.

Com o avanço do coronavírus, que teve a situação reconhecida como pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou que escolas poderão ter de implementar “medidas emergenciais pontuais”.

Nesta quarta-feira (11/03), o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou que a entidade está “profundamente preocupada” com a propagação da doença e classificou como “alarmantes” os níveis de avanço do vírus no mundo.

Weintraub adotou tom mais ameno. “Neste momento, no Brasil, a prevenção é o mais importante. Não há razão alguma para pânico, mas orientamos que as instituições de ensino se planejem para a possibilidade, ainda que futura, de algumas medidas emergenciais pontuais”, publicou em sua conta pessoal no Twitter.

Em vídeo, o ministro afirmou que o país tem poucos casos. “Estamos nos preparando orientados pelo Ministério da Saúde para, caso venha a acontecer qualquer coisa, os danos venham ser os menores possíveis”, destacou.

Weintraub adiantou que entre as medidas preparadas pelo Ministério da Educação está o planejamento de aulas remotas, para evitar aglomeração e transmissão do vírus.

Nesse sentido, universidades, faculdades e institutos deverão adaptar seus calendários para um cenário de contingência, por exemplo, suspendendo simpósios e adiantando férias.

Nesta quarta-feira (11/03), um aluno da Universidade São Paulo (USP) recebeu o diagnóstico positivo para a doença. Com isso, a instituição suspendeu as aulas do curso de geografia.

 

Em preparação para eventual agravamento do problema no país, ministério planeja aulas remotas e mudanças em calendários de universidades

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