fbpx
DestaqueNotícias

Massacre em Suzano teria estupros e uso de granadas, diz 3º suspeito

O relatório da Polícia Civil de São Paulo que resultou na apreensão do adolescente de 17 anos, suspeito de planejar o massacre de Suzano, cita que os envolvidos falaram em estuprar, “deixar meninas nuas” e até uso de granadas durante o ataque. As informações são do portal UOL.

O terceiro suspeito trocou mensagens via WhatsApp com os atiradores Guilherme Taucci, 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, 25 anos. Cinco meses antes, o adolescente disse que pelo menos 15 pessoas iam ser mortas no atentado à Escola Estadual Raul Brasil. Ele foi levado para a Fundação Casa na terça-feira (19) em internação provisória.

As informações foram obtidas pelo UOL, que teve acesso à decisão da juíza Érica Marcelina Cruz, da 1ª Vara Criminal de Suzano, de apreender o adolescente e a novos elementos que embasaram a apreensão. O caso está em segredo de Justiça.

No dia 18 de outubro, em uma conversa pelo WhatsApp, o menor disse que a estratégia de matar os alunos da escola Raul Brasil. “Nos baseamos em alguns jogos para pensar nisso, tipo matar uma galera”, escreve o suspeito.

Ainda na mesma conversa, ele revela que o plano era ainda mais cruel ao falar sobre o uso de granadas, estupros, esboços do ataque e ao afirmar que “pelo menos uns 15” iriam morrer. Segundo informou a polícia, todo o crime tinha uma sequência, como se tivesse um roteiro.

As investigações mostraram ainda que logo após o massacre, o suspeito disse em um grupo de conversas pelo aplicativo, que o atentado era igual aos seus planos, “bem na hora do intervalo”.

O adolescente também mandou uma mensagem para um dos assassinos. “Teve um tiroteio dentro da escola. Mano, dois adolescentes e eles se mataram. Taucci, um dos atiradores tinha um machado igual o seu”, disse.

Em outro trecho da conversa, ele revela que participou da compra de uma das armas usadas no crime: “mano, foi o Taucci, um atirador tinha um machado, que a gente foi comprar”. E completa dizendo que não ficou surpreso, por ser algo que “faria mesmo”.  “Porém a minha irmã estava lá”, disse. A irmã dele é aluna do Raul Brasil e teria sido poupada do massacre.

Yahoo

Artigos relacionados

DEIXAR UM COMENTÁRIO

Política de moderação de comentários: A legislação brasileira prevê a possibilidade de se responsabilizar o blogueiro ou o jornalista responsável por blogs e/ou sites e portais de notícias, inclusive quanto a comentários. Portanto, o jornalista responsável por este Portal de Notícias reserva a si o direito de não publicar comentários que firam a lei, a ética ou quaisquer outros princípios da boa convivência. Não serão aceitos comentários anônimos ou que envolvam crimes de calúnia, ofensa, falsidade ideológica, multiplicidade de nomes para um mesmo IP ou invasão de privacidade pessoal e/ou familiar a qualquer pessoa. Comentários sobre assuntos que não são tratados aqui também poderão ser suprimidos, bem como comentários com links. Este é um espaço público e coletivo e merece ser mantido limpo para o bem-estar de todos nós.