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Leitosa da Amazônia: uma das novas promessas da fitoterapia pode ser encontrada até mesmo no seu quintal

Há inúmeros relatos de pessoas que obtiveram sucesso na cura do câncer através do uso medicinal da planta

O câncer é hoje em dia um dos maiores responsáveis por mortes quando analisado o ranking das doenças modernas que assolam a humanidade. Desta maneira, muitas pessoas atingidas por este mal procuram além da medicina convencional, também a homeopatia e a medicina alternativa, visando sempre a cura. No Brasil, a variedade de espécies da nossa flora, presentes principalmente na região amazônica, são utilizadas como medicação fitoterápica e tem se mostrado importantes aliadas no combate à luta contra células tumorais e fundamental na prática da quimioprevenção contra a doença. A maioria destas plantas contém alcaloides ou taxol, que possuem funções anti-inflamatórias, cicatrizantes e antitumorais, mas também apresentam efeitos tóxicos.

O uso de plantas medicinais têm sido muito significativo nos últimos anos, sendo incentivado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A Synadenium umbellatum é uma destas plantas que caíram no gosto popular, como sendo uma erva medicinal auxiliadora na cura do câncer. Ela é conhecida por vários nomes, entre elas, leitosa da Amazônia, avelós, cola-nota milagrosa e cancerola. Trata-se de um arbusto que pode atingir de 2 a 3 metros de altura e sua principal característica é o látex que mana de seu caule.

José Pires ao lado da esposa Laura e a neta Tainara Gabriela, exibe feliz o resultado do exame.

O arbusto considerado como planta milagrosa, é cultivado no quintal do aposentado José Pires de Souza de 71 anos, residente no bairro Jardim da Felicidade, em Jandaia do Sul, Paraná, que foi entrevistado pela equipe de reportagem do Brasil Metrópole.

De acordo com a esposa de José, Laura Hernani Ferrareto Pires, o casal se considera amante da natureza e os dois garantem que a planta mudou suas vidas, após seu marido ter sido diagnosticado com câncer: “foram encontrados ao todo 21 nódulos por todo abdômen do meu marido”, disse a dona de casa. Laura Pires explica que retira algumas gotas do leite da planta, que são diluídas em água mineral ou filtrada.

Não há nada comprovado cientificamente, mas há relatos de centenas de pessoas que têm feito uso dessa solução, e obtiveram melhoras nos resultados na cura do câncer. “É um produto natural, não existem contraindicações e já ouvi falar em inúmeros casos de cura, inclusive com relatos na rede mundial de computadores: a internet”, garante o senhor José Pires, que cultiva a planta em seu quintal há 20 anos, quando trouxe a muda de Maringá, cidade vizinha de Jandaia do Sul, assim que foi diagnosticado o câncer no abdômen.

Já o senhor José Aparecido, 80, comerciante, declara que depois de ter começado a tomar o remédio ele passou a se sentir melhor: “Fui diagnosticado com câncer de próstata; sentia muitas dores, urinava sangue e a minha próstata estava muito inchada. O médico me disse que eu tinha de ser operado logo. Então meus filhos me trouxeram esse remédio que comecei a tomar enquanto esperava minha cirurgia ser marcada. Quando voltei ao médico para marcar a operação ele ficou surpreso com o meu quadro e disse que não seria mais preciso passar pela cirurgia, pelos menos naquele momento”, relata.

José Aparecido declara que o uso da substância trouxe alívio e se diz curado de um câncer na próstata

José Aparecido explica que começou a tomar o remédio três vezes ao dia: “Percebi que o meu organismo começou a reagir. As dores e o inchaço sumiram e parei de urinar sangue. Já estou na terceira garrafa e tomo agora duas vezes ao dia. Hoje sou uma nova pessoa”, diz.

As pesquisas em torno do poder de cura desta planta já começaram em muitas instituições especializadas em oncologia, como o Hospital Albert Einstein. Entretanto, é importante ressaltar que este sucesso contra o câncer obtido por algumas pessoas, só foi possível porque a medicina alternativa foi aliada ao tratamento quimioterápico. Não é indicado de maneira alguma a medicação somente com plantas, sem a aprovação científica.

O Dr. Auro Del Giglio, oncologista do Hospital Alberth Einstein em São Paulo, é coordenador de uma pesquisa sobre o tema. Seus estudos são realizados por meio de parceria entre o IIEP (Intercâmbio, Informações, Estudos e Pesquisas) e a PHC Pharma Consulting – empresa de consultoria e assessoria científica, especializada no segmento industrial farmacêutico.

Segundo o médico ainda não há previsão sobre resultados da eficácia da planta no tratamento do câncer, mas os pesquisadores estão trabalhando no objetivo de testar o princípio ativo da planta nas células tumorais. Por enquanto, o que se sabe sobre a leitosa ou avelós é que esta espécie de planta age inibindo enzimas relacionadas a multiplicação de tumores, porém deve-se ter cuidado porque a mesma também possui ação tóxica.

Matéria da redação com informações complementares do site: http://curavegetal.blogspot.com.br/2011_10_01_archive.html

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