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Em SGS, ex-servidores não conseguem auxilio emergencial porque possuem vínculos empregatícios com a Prefeitura

Eles prestaram serviços para o Município por meio de contratos administrativos, entre 2017-2019

Vários ex-servidores da Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Sapucaí que estão desempregados tiveram o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal negado. O motivo segundo a análise da Caixa Econômica Federal, eles ainda possuem vínculos empregatícios com a Prefeitura. O cadastro do auxílio teve início no dia 7 de abril.

Os ex-servidores prestaram serviços para o Município por meio de contratos administrativos, entre 2017-2019.

“Nossos nomes aparecem vinculados ao sistema do INSS e Ministério do Trabalho. Por isso os auxílios foram negados na análise da Dataprev”, explica um ex-funcionário que preferiu não quis se identificar.

Procurada, a secretária de RH (Recursos Humanos) de São Gonçalo do Sapucaí, Marina Azevedo, disse que o problema pode estar no sistema do governo que processa a Rais (Relação Anual de Informações Sociais). E que a obrigação da Prefeitura, na emissão das rescisões, foi feita dentro dos prazos determinados.

Auxilio Emergencial é negado pela Caixa Econômica porque trabalhadores aparecem com vínculos, mesmo estando desempregados

 

Cópias dos comprovantes de entregas das guias da RAIS e CNIS fornecidas pela Secretaria de Recursos Humanos da Prefeitura de São Gonçalo do Sapucaí

 

“Falei com José Sérgio Paiva Junqueira, superintende regional do Setor de Seguro Desemprego do Ministério de Trabalho em Varginha, que me passou as seguintes informações: Ele consultou no sistema alguns funcionários que passei a ele para análise do que estava acontecendo, ele analisou e me disse, que os funcionários estão baixados no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) está tudo correto. E analisando a RAIS, ele viu que entregamos dentro do prazo exigido, só que a mesma não foi processada devido aos milhões de acessos que está tendo. Resumindo entregamos dentro do prazo, mas, agora depende do sistema do governo e não da Prefeitura, nossa parte já foi feita e está correta”, explicou Marina.

Entramos em contato com o Ministério do Trabalho em Varginha, via telefone, para saber se vai haver alguma mobilização na tentativa de solucionar o problema, mas, ninguém atendeu a nossa ligação.

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