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Entretenimento

Curso baseado na mostra “Wilson Baptista: Urbano Fotográfico”

Em diálogo com a mostra “Wilson Baptista: Urbano Fotográfico”, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) realiza, por meio da Escola de Artes Visuais do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart), o curso “Olhar a Cidade”. A atividade gratuita propõe uma investigação do olhar sobre o espaço urbano como forma de estimular a percepção das dimensões estéticas e as histórias da cidade.

Os participantes vão utilizar os próprios telefones celulares, ou câmeras fotográficas, para registrar imagens de um percurso pré-determinado, que fica entre a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e o Palácio das Artes.

De acordo com o coordenador da Escola de Artes Visuais, Lucas Amorim, a atividade está baseada na metodologia da deriva, em que os participantes são estimulados a desenvolver a sensibilidade do olhar. “Ao ter a mostra ‘Wilson Baptista: Urbano Fotográfico’ em perspectiva, os participantes serão estimulados a pensar o espaço público como lugar de diferentes manifestações e perceber as transformações urbanas, arquitetônicas e sociais que ainda ocorrem no centro da cidade”, destaca.

No último encontro, o resultado das imagens e das percepções será compartilhado entre os participantes.

Inscrições

O curso será ministrado por Lucas Amorim, entre 27 e 29/3. As inscrições podem ser realizadas clicando aqui até 21/3. O curso acontece das 14h às 17h – carga horária total de 10 horas. O resultado será divulgado no dia 22/3, às 18h, no site da FCS: www.fcs.mg.gov.br. O edital está disponível clicando aqui.

Wilson Baptista: Urbano Fotográfico

Aberta a visitações, na CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais, até 25/5, a exposição “Wilson Baptista: Urbano Fotográfico” reúne 44 fotografias em preto e branco do acervo com cerca de 30 mil negativos, do belo-horizontino Wilson Baptista.

Por meio do olhar do fotógrafo é possível perceber as transformações urbanas, arquitetônicas e sociais que ocorreram no centro da capital mineira, entre as décadas de 1930 e 1960.

Com curadoria do fotógrafo, professor e filho de Wilson, Paulo Baptista, a mostra não só traça uma linha do tempo da singularidade cotidiana de Belo Horizonte, mas possibilita, também, encontrar formas e composições autônomas derivadas de objetos familiares que se transformam em belíssimas torres e geometrias dos altos dos edifícios.

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