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Cordislândia celebra 56 anos de emancipação política

Cordislândia comemora com grande festa seus 56 anos de emancipação política. Embora jovem em sua autonomia político-administrativa, a antiga Paredes do Sapucaí figura como povoado desde os meados de 1850, quando em sua região existia a fazenda do Ipiranga, propriedade do rico proprietário pernambucano José Paredes Viana.
Aos poucos novos moradores foram chegando à região devido às terras férteis do local, que facilitava a formação de lavouras.
Já pelos idos de 1870, Joaquim Silvério Grilo e José Máximo doaram os primeiros terrenos para a formação do arraial, contando com a construção da capela e futura matriz, primeiras construções e cemitério.
Já em 1889 o arraial dos Paredes recebia a sua primeira escola, que teve como sua primeira professora Dona Vitalina Pereira.
O local passou a se chamar Paredes do Sapucaí já em 1911, sendo logo foi criada a agência postal, trazendo o serviço de Correios, seguido de uma série de  melhorias, como a inauguração da iluminação elétrica em 1930.
A pequena capela dos paredes se transformou em paróquia do Sagrado Coração de Jesus em 1945.
Desde sua ocupação, Cordislândia tem se colocado como grande núcleo da atividade agrícola e pecuária, com a produção de café, soja, criação de gado, e mais recentemente a plantação de vinhas, que hoje inserem a cidade no roteiro de regiões vinícolas do sul do estado.
Cordislândia foi criada como distrito sob o nome de Paredes do Sapucaí pela Lei estadual 556 de 30/08/1911, pertencendo a São Gonçalo do Sapucaí.
Já a lei estadual 2764 de 30/12/1962 desmembrou o distrito de São Gonçalo do Sapucaí e o elevou a município, que foi instalado em 1/03/1963, data  considerada o aniversário oficial da cidade, que teve seu nome mudado para Cordislândia, em alusão ao orago local Sagrado Coração de Jesus, isto  em 30/12/1962.

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