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Aplicativo indica possibilidade da Covid-19 e monitora doença em profissionais de saúde de Itajubá

Desenvolvida por startup, ferramenta mostra probabilidade de infecção. Profissionais da saúde foram afastados de hospital da cidade como forma de prevenção.

Aplicativos têm ajudado na prevenção da Covid-19 em Itajubá (MG). Uma das ferramentas índica a possibilidade de infecção, o que tem contribuído para que o hospital da cidade evite a contaminação de profissionais de saúde no local. Já o outro aplicativo foi instalado na entrada da Santa Casa e afere a temperatura. Em caso de estar acima de 37,5 ou mais, o acesso não é permitido.

A tecnologia foi desenvolvida por uma startup e o aplicativo relacionado aos servidores mostra qual a probabilidade deles estarem infectados. E foi por isso que profissionais da saúde chegaram a ser afastados. Cada colaborador responde um questionário pelo celular uma vez por semana e, desta forma, é indicada a possibilidade ou não de contaminação.

“O colaborador responde perguntas como se teve contato com pacientes com Covid-19, se teve sintomas relacionados ao coronavírus. Esse questionário foi elaborado com a comissão de controle de infecção hospitalar e dá um percentual de risco alto, médio ou baixo. E a gente avalia essa análise para fazer medidas preventivas e de capacitação para nossos colaboradores”, explicou Renata Renne Finamor, que é superintendente da Santa Casa de Itajubá.

Desde agosto, 109 profissionais da área da saúde foram afastados dos trabalhos para evitar a contaminação e/ou que o vírus circulasse no hospital. A superintendente destaca que a análise via aplicativo ajuda até mesmo na cura, em caso de infecção.

“21% de colaboradores [apresentaram] alto risco. Com essa análise do aplicativo nós pudemos intervir rapidamente orientando os colaboradores para que fossem a uma consulta médica. Quando você age preventivamente e diagnostica o caso no início, ele consegue ter uma maior probabilidade de cura, não chegando a um estado grave onde temos visto em outros locais, de estar indo direto para uma UTI. No início da doença, com os sintomas, sendo monitorado por uma equipe médica. Logo que ele [colaborador] sai afastado, nós comunicamos a vigilância epidemiológica, que se dirige à casa desse servidor afastado e faz a coleta do exame para identificar se está portador de Covid ou não”, disse.

Renata destaca, ainda, que a parceria “trouxe segurança para que nós pudéssemos estar cuidando dos nossos colaboradores”.

Além da Santa Casa, outras entidades públicas já receberam a tecnologia, como o Centro de Operações Rio (COR) e algumas subestações de Furnas.

Fonte
EPTV

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