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Ministério Público investiga denúncias de funcionários fantasmas Destaque

Ministério Público investiga denúncias de funcionários fantasmas

Irregularidades teriam acontecido na Câmara Municipal de São Lourenço. Segundo promotor, se comprovada veracidade, desvio chega a R$ 400 mil.

O Ministério Público investiga uma denúncia sobre casos de funcionários fantasmas na Câmara de Vereadores de São Lourenço (MG). Segundo a denúncia, entre 2015 e 2016, assessores parlamentares teriam recebido salários sem comparecer ao trabalho.



“Nós recebemos uma denúncia, via ouvidoria do Ministério Público, de que nos anos de 2015 e 2016 alguns assessores da Câmara Municipal de São Lourenço e que teriam sido nomeados por vereadores, porque são assessores parlamentares, eles de fato não compareciam para trabalhar na Câmara Municipal. Em um segundo momento da denúncia faz-se a referência que alguns deles estariam repassando partes dos seus vencimentos para alguns vereadores”, explicou o promotor Leandro Pannain.

Ainda de acordo com Pannain, a promotoria já dispõe de alguns documentos e está colhendo depoimentos de funcionários da Casa Legislativa. Ainda segundo o promotor, ainda é cedo para afirmar se tal fato seria um acordo entre os parlamentares. “Isso é prematuro para falar. Nós ainda estamos na fase de investigação. Só ao término do inquérito civil que nós vamos, de fato, nos posicionar quanto à existência ou não desses fatos. Do que foi apurado até o momento, esses assessores não teriam qualquer forma de controle de frequência na Câmara Municipal”, contou.

O promotor disse ainda que se constatada a irregularidade, a estimativa é que tenham sido desviados em torno de R$ 400 mil da Câmara de São Lourenço. O inquérito segue aberto e ainda não há uma data para a conclusão do caso. Se confirmada a irregularidade, os envolvidos seriam penalizados.

“[Entra na] lei de improbidade administrativa, se ficar caracterizado o ato ímprobo. Ela penaliza os envolvidos com multa civil, perda dos direitos políticos, ressarcimento, proibição de ser contratado com poder público. Isso fora as eventuais implicações na área penal”, disse o promotor.

 

Fonte: G1

Última modificação emQuinta, 16 Março 2017 14:38

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