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Prêmio de Direitos Humanos e Cidadania LGBT é entregue em Belo Horizonte Destaque

Prêmio de Direitos Humanos e Cidadania LGBT é entregue em Belo Horizonte

O Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (Cellos-MG) entregou o Prêmio de Direitos Humanos e Cidadania LGBT na noite desta quinta-feira (13), em Belo Horizonte. A premiação foi destinada a instituições e pessoas que se destacaram na defesa dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

“A gente não busca nenhum tipo de privilégio, nenhum tipo de direito a mais que os outros. O que nós queremos é o reconhecimento, o respeito, como cidadãos que pagam impostos e com direito de ir e vir", afirmou o diretor do Cellos, Gilberth Santos.

Santos lembrou diretos conquistados, mas que ainda encontram resistência de parcela da sociedade. "Uma pessoa trans ela tem o direito de usar o nome social que ela queira usar. Existe legislação para isso, mas infelizmente este direito incomoda outras pessoas que não tem nada a ver com aquele indivíduo, mas que não conseguem respeitar. Eu acho que a intolerância precisa ser revista na sociedade como um todo”, acrescentou.

O Cellos completou 15 anos de história e esta data foi estampada nos troféus. Apresentações artísticas foram promovidas durante o evento. Entidades e pessoas que estão na militância também se manifestaram.

“Falta mesmo é as pessoas nos respeitarem, entenderem que estamos em luta de nossos direitos”, acrescentou Joseli Souza, da Associação de Lésbicas de Minas.

“O trabalho é contínuo. A gente tem que estar reforçando e mostrando o papel da parada, que não é só diversão, é a militância que a gente põe nas ruas. E como colaborador e, hoje, ganhando uma premiação, me sinto honrado de fazer parte deste circuito”, disse o decorador Saulo Ximenes.

A 20ª Parada do Orgulho LGBT de Belo Horizonte será neste domingo (16) com o tema "Famílias e Direitos". A concentração será na Praça da Estação, no centro, onde ocorrerá um ato político, além de shows e apresentações que envolvem a temática.

A premiação da última noite também contou com a presença do Núcleo Jurídico de Diversidade Sexual e de Gênero, da UFMG. “É importante que a mídia divulgue, que isso seja falado para se não esquecer que essas pessoas continuam sofrendo violência, continuam tendo que resistir, que o estado continua sento violento com ela. É importante que se firme este espaço de resistência”, falou Lívia Souza, membro do Diverso.

Fonte:G1 

 

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