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Cantinho da Mulher (351)

Publicação de artigos femininos

Mais mulheres brasileiras estão morrendo por AVC. Por quê?

A saúde cardiovascular do sexo feminino está ameaçada. A partir de dados levantados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), notou-se um crescimento na quantidade de mortes por AVC entre as mulheres de 2010 a 2015 – justamente o oposto do que vem acontecendo com os homens. Confira no gráfico:

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Popularmente conhecidos como derrames, os acidentes vasculares cerebrais são atualmente os principais responsáveis por incapacidade ao redor do globo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dentre os maiores culpados por esse mal, encontram-se problemas difundidos em nossa sociedade – é o caso de má alimentação, sedentarismo, estresse, tabagismo, alcoolismo, hipertensão, diabetes, colesterol alto e obesidade.

Mas você pode olhar o gráfico lá em cima e pensar: ora, a quantidade de óbitos por AVC é praticamente igual entre os sexos. E é mesmo. Em 2015, 50 251 marmanjos e 50 252 mulheres morreram do mal – sim, a diferença foi de um caso. Ocorre que, enquanto há uma tendência de queda na curva masculina, o oposto está acontecendo com as mulheres.

Segundo o diretor da SBC, Celso Amodeo, por trás da melhora entre os homens, estão campanhas de educação e conscientização a respeito dos fatores de risco. O que explicaria, porém, o aumento no número de AVCs entre as mulheres?

A famigerada dupla jornada

Tudo aponta que fatores culturais estejam por trás dos dados. “Além das tarefas de casa, as mulheres passaram a ter atividades externas de trabalho”, opina Amodeo. De fato: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou, esse ano, que o sexo feminino trabalha quase oito horas a mais que o masculino por semana – considerando o trabalho doméstico e o do escritório.

Porém, há outros possíveis culpados. O uso de pílula anticoncepcional entre as predispostas ao tromboembolismo (principalmente as fumantes), por exemplo, seria um deles. Para ficar segura, o jeito é buscar conselhos de um médico.

Por outro lado, Amodeo observa que a prevalência de derrames no Brasil é semelhante à que se observa em outros países. “Na China, os números são maiores ainda, devido ao grande consumo de sal, quase quatro vezes maior que o brasileiro”, comenta.

Ou seja, não é que nós estamos indo especialmente mal. Só que isso não é motivo para deixarmos de prestar atenção, certo?

E um último recado: a saúde da mulher está gerando tanta preocupação que, no Dia Mundial do Diabetes de 2017, o tema eleito foi como essa doença afeta especificamente o sexo feminino.

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A Missguided parou de editar as estrias de modelos em fotos

Estrias. Se você não tem, provavelmente conhece alguém que as tenha. Essas marcas da nossa pele são tão naturais quanto celulites, espinhas, pelos ou até mesmo cicatrizes. Então por que continuamos as escondendo? Afinal, se elas existem e fazem parte de nós, por qual motivo deveríamos “tirá-las de cena”? Pensando nisso, cada vez mais etiquetas — seja na moda ou na beleza — estão promovendo mudanças reais em suas campanhas e propagandas. Este é o caso da britânica Missguided, que parou de editar estrias de modelos das suas fotos.

A label não fez um anúncio oficial contando sobre a decisão, mas recentemente sua diretora criativa, Samantha Helligso, explicou a modificação ao Daily Mail. “Como uma marca, temos um grande senso de responsabilidade social em apoio às mulheres jovens e queremos inspirar confiança para elas. Estamos em uma missão de mostrar ao nosso público que está tudo bem ser você mesma, abraçar seus “defeitos”, celebrar individualidade e não se esforçar em busca da perfeição. Basicamente, ela não existe”, finalizou.

Vale lembrar que a Missguided não é a primeira a deixar de editar os corpos de suas modelos. Em agosto deste ano, a marca de biquínis Rheya Swim parou de retocar suas imagens e até o Getty Images (um dos maiores bancos de imagens do mundo) começou a regulamentar o uso do Photoshop em suas fotos. Outra medida importante foi a do governo francês: divulgar ao público sempre que uma imagem publicitária for alterada.

O passo da Missguided é apenas o começo para processos muito maiores que precisam acontecer no cenário fashion, como a inclusão de mais diversidade na moda. Entretanto, não deixa de ser importante. É por meio desse movimento na indústria que vamos começar a repensar a relação com os nossos corpos. Essas pequenas transformações contribuem para subverter estereótipos de beleza e nos ajudam a olharmos para nós mesmas de uma maneira menos agressiva. #VamosPensarSobreBeleza

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