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Suspeitos de venderem drogas no cartão de crédito são presos

Suspeitos de venderem drogas no cartão de crédito são  presos

Após quatro meses de intenso trabalho investigativo, a Polícia Civil de Belo Horizonte prendeu G.R. de J. S., 39 anos, conhecido como "Maquininha", e L. B. G., de 23. A dupla fazia parte de um esquema de vendas de drogas delivery com pagamento no cartão de crédito. Também foram apreendidos diversos materiais, como balança de precisão, embalagens para drogas, 70 papelotes de cocaína bruta, máquinas de operadoras de cartão de crédito e um veículo usado para fazer as entregas.

                                                                                                                

Veículo apreendido/Divulgação PCMG

Os policiais civis receberam a informação de que na região Oeste de Belo Horizonte, Gleverson estaria comercializando drogas por meio de ligações e aplicativo de celular. No esquema de vendas, os clientes  faziam os pedidos pelo telefone, e ele oferecia a comodidade de entrega a domicílio ou qualquer outro local solicitado. Além da facilidade do delivery, os pagamentos poderiam ser feitos por meio de cartões de débito e crédito.

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De acordo com o Delegado Gustavo Barletta, responsável pelas investigações, essa comodidade era um diferencial do suspeito. “Essa facilidade de pagar com cartão e não ter que ir ao local buscar a droga facilitava muito para os usuários que, em grande parte, eram de classe social elevada e não se sentiam à vontade para ir até a boca de fumo adquirir o entorpecente". Outra coisa que nos chamou atenção é que o nome no comprovante do cartão era de uma loja de roupa.  

As apurações mostraram que Gleverson era morador de um aglomerado no bairro Betânia e a  rua onde residia era conhecida pelo intenso tráfico de drogas, com ocorrência de várias operações policiais. Para não levantar suspeitas, o suspeito mudou-se para um bairro próximo, fingindo levar uma vida normal e com o objetivo de não ser identificado em tal prática criminosa.

Após um intenso monitoramento, ele foi preso em sua residência no bairro Palmeiras, sendo encontrada em sua casa e no automóvel, uma balança de precisão, diversas embalagens para droga, porções de cocaína bruta e já preparadas em papelotes para venda, além de duas máquinas de operadoras de cartão de crédito. 

Lucas foi preso próximo a sua residência. Com ele foi encontrado uma porção de maconha escondida no carrinho de bebê de seu filho. De acordo com as investigações, Lucas seria cunhado de Gleverson. Ele foi identificado nas investigações como vendedor de entorpecentes e comparsa de “Maquininha”

Os suspeitos foram encaminhados ao Sistema Prisional. Há também mandados de prisão a serem cumpridos em desfavor de outros envolvidos no tráfico de drogas nesta região. 

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